He seemed impressed by the way you came in.
"Tell us a story I know you're not boring"
I was afraid that you would not insist.
"You sound so sleepy just take this, now leave me"
I said please don't slow me down
If I'm going too fast
You're in a strange part of our town
Yeah, the night's not over
You're not trying hard enough,
Our lives are changing lanes
You ran me off the road,
The wait is over, I'm now taking over,
You're no longer laughing I'm not drowning fast enough.
Now every time that I look at myself
"I thought I told you this world is not for you"
The room is on fire and she's fixin her hair
"you sound so angry just calm down, you found me"
I said please don't slow me down
If I'm going too fast
You're in a strange part of our town...
Yeah, the night's not over
You're not trying hard enough
Our lives are changing lanes
You ran me off the road,
The wait is over
I'm now taking over,
You're no longer laughing
I'm not drowning fast enough.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Reptilia
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Feliz ano novo, amiguinha.
Só espero que fique tudo bem mesmo. Eu não ficaria de boa se algo de ruim acontecesse. Nunca foi a minha intenção te causar qualquer tido de constrangimento. No entanto hoje vejo como é tênue a linha que separa o contato amigo entre sexos opostos. Eu sei o que é sofrer dessa forma por isso te afirmo que prefiro mil vezes um “não” do que um “não podemos estragar a nossa amizade”. Eu acho que consegui fazer isso no passado, mas agora é muito diferente. Em alguns casos e situações ficou cada vez mais difícil negar a minha natureza. A melhor forma que encontrei para superar isso foi admitindo que, mesmo parecendo irreconhecível, ainda era eu quem estava lá. Eu não sou mais ingênuo e por isso não vou mais dispensar uma fita com você. Não vou negar nada e também não quero ser tosco. Você sabe que eu sou educado e gentil, mas meu outro lado ainda parece te assustar, mas não chega a te afastar. Assim como aquela sua amiga você gosta de mim com sinceridade, eu admito isso. É só não ter medo de olhar nos meus olhos e assim falar e ouvir a verdade. Tomei a iniciativa e pronto, se não rolou sinto muito. Se bem que, acredito, não foi nada inteligente naquelas condições, né? rs. Quem sabe numa próxima?
Dessa vez eu não vou me culpar por saber que algumas pessoas se incomodaram. Elas não conhecem a minha história, nem a sua e nem a nossa, por isso, sem desrespeito, farei novamente se me sentir a vontade e por isso entendo a decisão daquele cara de se afastar de mim. Também admito que ele é legal. Eu não sou e não quero ser otário. Acho que se soubermos disso e conseguirmos nos aproximar fará com que tudo fique mais fácil para todos nós.
Chamou-me a atenção o que escrevestes um tempo atrás sobre um cara chamado Henry, o que me inspirou a escrever sobre uma amiga que mora na Inglaterra, a querida Biba Graeff. Além disso, eu realmente considero que temos uma boa história pra contar que daria muitas linhas sem provocar tédio nas pessoas. A gente se encaixa bem nas idéias, só acho que ficaríamos melhor ainda se levássemos além. Não me leve a mal, minha querida, porque eu, na minha idade, ainda me considero no direito de fazer isso sempre que puder e a situação me permitir. Sei que tenho que levar em consideração muitos fatores que impedem o livre andamento da concentração que se deve ter naquele momento, mas nada que uma hora de peso não resolva. Alguns dizem que sexo racional é absurdo. Eu não sou tão radical assim. Essas coisas acontecem todos os dias e em inúmeras festas por todo o mundo, porque não agir com mais naturalidade? Eu realmente estou de saco cheio de ser apunhalado pelas costas então quero que todas as pessoas que estão próximas olhem nos meus olhos. De vez em quando é bom ver qual que é. Basta ter em mente que sou seu grande amigo... do sexo masculino. Gostaria que houvesse uma amiga suficientemente cabeça pra dizer que, nessas horas, pra que tudo fique bem, é melhor parar de frescura e tirar a calcinha.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Electronic Renaissance
Play a game with your electronics
Take a step to the discotheque, and people
Go outside where there's someone watching cars go by
And the city tall with steeples
Hand in hand with the Electronic Renaissance Is the way to go, yeah
Hand in hand with the Electronic Renaissance is the way to go, boy
Hand in hand with the Electronic Renaissance is the way to go
You're learning, soon you will do the things you wanted
Since you were wearing glitter badges
If you dance for much very longer
You'll be known as the boy who's always dancing
If you work for much very longer
You'll be known as the boy who's always working
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go my way
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go my way
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go Funkadelic, man
Is the way to go
So drop a pill and then say hello
sexta-feira, novembro 30, 2007
Entre pontes, plásticos e papéis
Lembro do inicio aonde eu fazia questão de não esconder de ninguém. Era mais uma virtude do que um costume. Agora tento ser o mais discreto que posso. Já tive amigos que não se deram bem entrando no lugar que estou. “Tu tens sorte em nunca ter te acontecido nada porque comigo já aconteceram várias vezes” disse um amigo meu. Eu nunca passei por esse pânico. Imagino que se um dia acontecer as coisas podem mudar. O tolo é aquele que aprende com seus erros e o sábio é aquele que aprende com o erro dos outros. Ainda não me preocupo em deixar minhas coisas em um lugar seguro antes de vir. Nem ao menos tiro o meu chapéu e todo o meu dinheiro ainda continua no bolso. Que pessoa tola que sou. Existe um ciclo aonde quem tem coragem de vir pode ficar sem gastar dinheiro. “È para compensar os riscos”. As vezes sobra uma vaga para quem possui um local também. Abri mão disso e misturas improvisadas com material que corrói até automóveis já não fazem a minha cabeça há mais de um ano.
Eu não preciso mais deste lugar. Quero dar meia volta. Como é bom estar na aurora da juventude. Vejo jovens com menos de 20. Eles me parecem tão cheios de potencial e novas idéias. Só se passaram cinco anos para mim. Quando aparecia alguém novo era aquele processo de batizado e algumas técnicas eram repassadas. Lembro quando passei por isso. Foram muitos momentos de encanto. Parecia uma brincadeirinha. Lembro das meninas que hoje são da Old School. Elas pareciam tão felizes. Hoje existem calouros da época que estão mais atuantes que eu. É o que chamaríamos de empolgados. Uma espécie de vício psicológico. Em parte do dia estão com o pensamento enterrado na lama dessas pontes, embaixo de uma lata e cobertos com um saco plástico. Eu não.
sexta-feira, setembro 28, 2007
In Beteween Days
i felt like i could die,
yesterday i got so old,
it made me want to cry
Go on, go on,
just walk away
go on, go on,
your choice is made
go on, go on,
and disappear
go on, go on,
away from here
And i know i was wrong,
when i said it was true,
that it couldn't be me,
and be her in between,
without you,
without you
Yesterday i got so scared,
i shivered like a child,
yesterday away from you,
it froze me deep inside,
Come back, come back,
don't walk away,
come back, come back,
come back today,
come back, come back,
why can't you see
come back, come back,
come back to me,
And i know i was wrong,
when i said it was true,
that it couldn't be me,
and be her in between,
without you,
without you
Without you
without you
Without you
without you
Without you
without you...
quarta-feira, setembro 12, 2007
Vaidade, tudo é vaidade.
Estava descendo a ladeira de uma praça quando vi, sentado perto de um lago, um amigo que há tempos não o via. Ele é um cara muito próximo, mas de vez em quando some e reaparece do nada. Pra falar a verdade a maioria das pessoas que o conhecem acham ele estranho, mórbido e isolado. O nome dele é Elias.
Eu me aproximei e o cumprimentei. Ele me olhou meio que com um susto. Estava com os olhos caídos. Eu já estava acostumado a ver os olhos dele assim. Um dos motivos da galera o achar esquisito é o fato dele aparecer e reaparecer com um humor diferente do outro em várias situações e em momentos diferentes. Um dia, explosivo e comunicativo, e noutro disperso, chato e arrogante. Dizem que as pessoas inteligentes têm problemas de relacionamento. Se for assim acho que Elias é um gênio. Isso porque já desisti da idéia de que ele seja burro demais para tomar algumas decisões. Mas talvez esse mérito não o agrade.
Nesse dia parecia disposto a conversar e me contar tudo. Não estava sorridente, mas também não estava chateado. Ninguém gostava de puxar assunto com ele pra não incomodar, mas sempre que ele resolvia falar encontrava alguém para o escutar. Nesse dia Elias me encontrou e eu estava disposto a ouvi-lo.
Ele me contou que não se conformava em dar atenção para algo que não merecia. Disse que achava injusto o fato dele querer deixar pra lá e não conseguir. E que, definitivamente, achava injusto o fato dele fazer algo contra a sua vontade.
Eu também estranhei. Elias sempre foi um cara que não parava em lugar nenhum. Nunca foi de ficar indo atrás das pessoas. Eu diria que um dos sete pecados capitais que Elias possuía era o da vaidade.
Ele dizia que fizera papel de palhaço, mas não queria me contar muitos detalhes. Eu sentia que a vontade de fazer com que os outros o entendessem era grande, mas mesmo assim as pessoas não acreditariam. Ele já havia tentado antes e o resultado fora um desastre. Eu mesmo fiquei sabendo da onda. Antes disso ele havia feito outras coisas meio sinistras. Um papo que rolou nas festas do derradeiro final de ano e tal. Só que esse é um dos assuntos que Elias realmente não gosta de conversar a respeito. Alguns dizem até que ele tem problemas com bebidas. O pior de tudo é que ele sabe de tudo isso, motivo pelo qual as pessoas acharem que ele é muito intransigente, mas acho que ele se esforça pra ser uma pessoa melhor.
Então eu falei pra ele não se sentir assim, porque eu mesmo já presenciei algumas histórias massas feitas com a participação dele. Foram coisas que qualquer jovem da idade dele gostaria de fazer. Mas ele não dava muita bola pra isso. Parecia que a falta que o problema dele poderia proporcionar era muito grande. Então eu tentei o animar, falando que ele não deveria ficar pelos cantos e sim ir à luta. Eu sabia pra quem estava falando aquilo. Elias era um rapaz muito determinado e cheio de energia. Sempre dava um jeito de deixar todo o mundo pra cima. Só que mesmo eu falando isso ele não queria escutar. Como sempre ele parecia ter uma resposta para tudo. Eu sei que ele estava esperando que eu falasse algo que ninguém falara pra ele antes daquele momento, mas eu não consegui. Ele dizia que já havia passado dos limites da obsessão. Que se expôs demais e não cabia insistir. Que nesse processo houve amigos que choraram e gritaram juntos, mas outros riram e até mentiram. Então eu fui meio que desistindo de tentar o animar e passei a entender a história dele. Elias não perde a mania de tentar teleguiar os outros. Em certos momentos pensei que fosse proposital, mas vejo hoje que isso flui naturalmente, sem perceber ele já está falando demais, só que ele brinca demais com a mente de alguns tipos de pessoas, e isso pode ser perigoso. Ainda bem que durante a conversa percebi que, mesmo nesse estágio, ele tentava nos passar coisas positivas. Elias nunca foi uma ameaça pra mim. Possui um lugar específico pra aprender coisas a respeito de ondas positivas. Cada contato com ele é uma viagem, as vezes frenética.
Ele mesmo admite que o que sente é um castigo, tendo em vista que o pecado da vaidade o havia atraído a outro pecado, a ira. Ele disse que no dia da despedida ele viu que ela estava olhando pra ele esperando que ele correspondesse, mas a vaidade dele não permitiu. Ele achava que já era tarde demais e era melhor tratá-la como a culpada. Ele sabia que todo o mal entendido poderia ser desfeito se não fossem os jogos sujos da teleguiação. De alguma certa forma ele ainda a culpa por tudo, o pior é que ele nem sabe se ela realmente tem algo a ver com isso. Mas ainda hoje ele se envergonha de admitir que sente um nó na garganta ao lembrar de tudo o que aconteceu, não de ira, mas de tristeza. Ele só quer uma maneira de ignorar tudo isso. Portanto, ele me convenceu de que o que está passando é um castigo por causa de sua vaidade, onde a vida permitiu um sentimento mais convincente que o próprio Elias. Para o guiar para o nobre caminho da humildade e aprenda, verdadeiramente, o que é esquecer de gostar de alguém.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Reena
You keep me comin home again
When you were gone,
I met a friend
She taught me how to
Live in the end
Are her eyes
Brown or blue?
How does she keep her
Static cool
My heart and soul
Are rocked up in her eyes
A little blink
I recognize
A little blink, yea, that's my prize
A white horse
Sittin right there by her side
Hard to ignore
Hard to disguise
She'll never ever
Realize...
You keep me comin home again
You keep me comin home again
When you were gone
I was out of my mind
I had a friend who laughed all the time
I had a friend who cried all the time
I had a friend who screamed all the time
I had a friend who lied all the time
quarta-feira, agosto 15, 2007
Duas filas
É tipo assim, a gente que ta no movimento sabe que dentro de um processo amplo existem músicas e ouvintes legais ou, digamos, incompatíveis, já que dentro de uma formulação o que prevalece é a argumentação, a livre troca de idéias e a apresentação de resultados.
Uma vez, quando eu ainda era aluno assíduo no meu Curso de Bacharelado e Licenciatura Plena em História, na Universidade Federal do Amapá, me interessei e comprei o livro “Sobre História” do professor Erick Hobsbown, que é considerado o maior historiador vivo. Logo na parte introdutória de um dos artigos (o livro é uma coletânea de artigos) ele fala de toda a sua experiência. Ele toca no assunto de que, mesmo em uma sala de aula, nós sempre encontramos aqueles alunos que são brilhantes, e por isso é dele que gostamos de estar perto, mas o professor Hobsbown continua a história e fala que, na verdade, esse aluno brilhante é o que menos precisa da gente. Quem precisa mais do professor são aqueles alunos que tem dificuldades de aprender e é pra eles que os educadores devem se dedicar para que realmente haja crescimento social.
Esse texto do professor Hobsbown (não precisa dizer que ele é um cara massa rs) me serve de baliza até hoje. Sempre procuro pensar que as pessoas que parecem ter pouco potencial só precisam de uma chance pra agarrar a oportunidade com unhas e dentes e fazer muito mais do que, digamos, os capacitados. Processo de discussão e de construção é assim mesmo. Pode existir um milhão de pessoas aplaudindo, mas sempre vai ter aqueles coleguinhas que vão ficar secando a parada. Isso é muito normal (não posso falar que é saudável). Estou quase chegando à conclusão de que maluco antigo é o tipo de aluno mais reacionário que existe.
Ainda bem que temos uma história. Na hora de mobilizar a galera a gente ia lá e arrebentava. Não importava se fosse aqui ou no Rio Grande do Sul, na rua ou num auditório, com dois ou mais de dez mil estudantes de todo o país. A gente chegava lá e mandava ver. Era um processo muito rico, e isso nos deu muita educação, mas mesmo fazendo tudo isso ainda não era o bastante e sempre rolava um sentimento de falta de reconhecimento, só que isso passava (e passa) bem depressa. Acho que as pessoas politizadas entendem esse processo como parte fundamental para o diálogo e visualiza até o surgimento de uma outra organização como positiva. Sinto pelas pessoas que nunca passaram por uma academia e um movimento de verdade para entender o que significa a troca de idéias e a construção coletiva.
Ainda bem que continuo visualizando duas filas, e na outra estão pessoas que passam muita força. Só de olhar nos olhos de algumas eu entendo tudo e isso nos motiva a continuar encarando preconceitos e quebrando antigos conceitos, tendo em vista que o anzol sempre volta e a verdade sempre aparece. A gente vai continuar avançando e se superando. Quem quiser é só chegar porque aqui estamos muito ocupados pra ficar mantendo rancores e porcarias sentimentais. E é bom se decidir logo se você vai entrar na fila pra me dar um soco ou na outra pra ser meu fã.
sábado, agosto 11, 2007
Blood talkin'
segunda-feira, julho 30, 2007
Silêncio
Ela chegou lá
segunda-feira, julho 23, 2007
I could be dreaming
I could be dreaming
I could have ordinary people chasing me from town to town
Mission Impossible
They've got a spy for every blink of your eye
I'm feeling hunted
I'm feeling haunted
They've got a knife for every time you take the same train into work
A family's like a loaded gun
You point it in the wrong direction someone's going to get killed
If you had such a dream
Would you get up and do the things you've been dreaming
Is he your husband?
Or just your boyfriend?
Is he the moron who's been beating you and keeping you inside?
I've never done this kind of thing But if I kill him now, who's going to miss him?
I went up to the schoolI took a walk up Castlehill
For every step there is a local boy who wants to be a hero
Do you want to do it now?
Outside the butchers with a knife and a bike chain
quarta-feira, julho 18, 2007
Was that a dream?
sexta-feira, junho 22, 2007
Malevolosidade
Faça de conta que eu sou uma imensa pá de lixo verbal
Um objeto onde você possa despejar
Toda a malevolosidade
Não sei se existe essa palavra
Já procurei no dicionário
Pra tu ver que eu
Não sou um cara ruim
Não sou um cara ruim
Eu sei que não sou um cara ruim
Não sou um cara ruim
segunda-feira, junho 11, 2007
Será que podemos?
Se esperarmos mais mataremos a nossa juventude de tédio. Eu não quero isso e sei que ninguém aqui quer. Cara, com tanta coisa pra pensar então por que nós não escolhemos pensar em “o que faremos para nos sustentar?” Se você não tiver uma pensão no Inss vai ter que trabalhar, e, se for o caminho convencional, vocês vão pegar os seus diplominhas universitários ou de uma faculdade perereca, seus pais vão se emocionar e tal, mas e depois? Aonde vamos trampar? Vamos procurar uma empresa que nos force a escrever um texto com Ctrl+C e depois Ctrl+V? Pra tirar fotos para um jornal chato e de direita? Ficaremos olhando um monte de gente ganhando rios de dinheiro com cultura-lixo?É mais fácil assim, né? Digo... Entrar em uma relação onde já existe uma sala pronta, um Club legal, a sujeira do lugar é bem camuflada, o plano de cargos está inteiramente atrelado à política. Ainda por cima existem todos aqueles conselhos de suas mães no sentido de “não importa o trabalho, se te pagarem bem você logo vai gostar dele, então relaxe e goze”. O problema é que rapidamente se torna excessivamente chato. Vocês logo serão humilhados porque seus chefes não aceitarão o fato de vocês serem mais inteligentes que eles e vocês ficarão putos por terem chefes tão burros. Terão que aceitar o fato de serem inferiores, pois, afinal, eles estarão te pagando. Nem seus professores universitários admitem perder uma discussão pra vocês. Daí os seus sacrifícios se tornarão em decepção, porque perceberão que fizeram papel de otários e, por problemas de egos, não foram valorizados. Um dolorido pé-na-bunda é o que restará. O caminho da acomodação é o que todas as cabeças, duras ou não, procuram, mas o problema é que este também é o caminho de aceitar todas as cagadas escrotas que existem hoje no mundo como o papo de “monopólio de conhecimento”, “identidade cultural”, “liberdade de expressão” e um monte de iniciativas importantes que poderiam proporcionar demandas de emprego para muitos coleguinhas de nossa cidade e de todo o país que se formam e não encontram vaga na sua área de conhecimento. Vocês morreriam duas vezes antes de ficarem se vendendo até o final da vida, além disso, vocês olhariam para trás e diriam “puta-que-pariu, tarde demais, aquela história já foi escrita”.
É sim, a gente faz uma coleta na hora do almoço, daí escolhe duas pessoas pra cuidar da louça e mais duas pra cuidar da “casa”. E quando alguém estiver com preguiça pague outro alguém com aquele crédito pra realizar suas tarefas. A gente não vai morrer se lavar algumas roupas ou até mesmo se não tiver grana pra comprar um sapato a cada mês. É verdade que poderemos chorar algumas vezes. Foda-se. Nós não iremos nos arrepender da maior parte. Estaremos ali fazendo algo que ninguém teve o queixo de fazer, trabalhando mentes e corações para a mudança de conceitos. Seremos os nossos chefes. Eu sei que é muito escroto quando a gente discorda de algo, ainda existem muitos pontos que ainda estão se acertando e outros que parecem nunca ter mudado, mas quando a gente resolve fazer alguma coisa juntos geramos uma força tão grande que fico empolgado só de pensar nela. O restante continuará em suas casas esperando que alguém faça alguma coisa, pensando no horário onde poderão sair e encontrar um lugar pra se livrarem de seus impulsos químicos, se curarem de seus excessos de melancolia, falta de criatividade e atitude. Nós teremos muitas coisas pra fazer todos os dias e seremos pagos pra viajar por eles. Enquanto todos estiverem pirando, nós, além disso, estaremos nos alimentando de tudo.
segunda-feira, maio 28, 2007
Yes, I know
Você se acalma. Ainda dentro de seu quarto você escuta barulhos do outro lado da parede que te assustam. O suor que estava por todo o seu corpo, principalmente no pescoço e entre os seios, está esfriando agora. Pelos passos lá fora você reconhece que é uma pessoa querida que levantou pra beber água e veio ver como você estava. Então você sorri e percebe que seus lábios estão mais ressecados que o normal, você passa a sua língua neles para que retornem ao aspecto de doce caramelado. Então você bebe um copo d’água e volta a relaxar. Ainda está meio amedrontada com a escuridão. Reconhece que não está sozinha e ainda existem pessoas que podem te proteger e que estarão contigo mesmo em um buraco muito escuro. Possuem uma ligação muito forte com você. Algumas sabem o caminho e outras não, pois são mais indefesas que você. Mas você nunca precisou tanto delas assim, mas agora você está amedrontada. Já aliviou um pouco, mas ainda é desagradável lembrar dos flashs onde havia coisas te empurrando para aquele buraco. Elas sabiam o seu nome. Passaram um longo período te observando. Estavam esperando a hora certa pra te empurrar.
Eu sei disso. Eu vejo tudo isso. Você errou quando falou que eu estava ficando louco. Não é fácil ver estas coisas e ficar apenas observando. Estaria mais presente se as coisas fossem diferentes, mas acho que insisti mais do que deveria e agora estou cansado. Como você acha que me sinto? Não pense que é fácil ter isso interrompendo o meu sono. Eu não pedi pra que as coisas ficassem como estão. Sei que o que você queria era ficar dançando por aí. Já ouvi algumas pessoas falando que alguns tipos de sentimentos podem se tornar uma prisão pior do que as que possuem grades. Quem criou esta ligação que tenho contigo esqueceu de cortá-la. Eu não sei o que você está pensando agora, só espero que saiba o quanto ainda sinto. Algumas coisas significam tanto que não podemos esconder. Eu quero dar uma volta por aí e escutar músicas legais, ver pessoas inquietas produzindo. Quero sentir a vida delas pulsando. Depois quero voltar pra casa e saber que está tudo bem contigo. Eu quero dormir sabendo que existe um motivo melhor do que os que você me deu para ter escolhido este caminho.
quarta-feira, maio 16, 2007
Mais um vexame praminha coleção
sábado, maio 05, 2007
Sorte
No outro dia pensei que havia acontecido um acidente com ela. Tudo não passou de alarme falso, pois no inicio da noite ela apareceu do nada. Eu havia deixado a porta aberta, caso ela ainda estivesse viva e quisesse voltar. Eu nunca fecharia a porta pra ela. Agora fico mais preocupado com medo dela ir embora ou de alguém fazer mal, mas acho que agora ela aprendeu a lição. Ela vai tomar mais cuidado na próxima vez que resolver não dar ouvidos a quem gosta dela de verdade, se bem que eu acho que agora ela só possui oito vidas.
terça-feira, abril 24, 2007
Saudações José
domingo, abril 22, 2007
Antigo e batido, mas vale a pena lembrar
Quero me encontrar, mas não sei onde estou
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
Tenho quase certeza que eu não sou daqui
(...)
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
Estou cansado de bater e ninguém abrir
Você me deixou sentindo tanto frio
Não sei mais o que dizer
Te fiz comida, velei teu sono
Fui teu amigo, te levei comigo
E me diz: pra mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
Você não quis tentar me ajudar
Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado
Acho que o imperfeito não participa do passado
Troco as pessoas
Troco os pronomes
Preciso de oxigênio, preciso ter amigos
Preciso ter dinheiro, preciso de carinho
Acho que te amava, agora acho que te odeio
São tudo pequenas coisas e tudo deve passar
(...)