Acordei, me sentei à janela e fiquei a apreciar horizonte. Quantas pessoas já fizeram isso na vida? Mas naquele dia foi diferente. Senti aquela sensação percorrer meu corpo e passar a fazer parte das minhas idéias. Comecei a imaginar que eu estava sombreado. Eu estava sombreado. Sentei-me e voltei a contemplar o horizonte. Lembrei do caminho que já percorri para chegar até aqui e procurei ver o máximo que pude de caminho que tenho a minha frente. É assim que venho seguindo. A partir de cada coisa que vou vendo e conquistando. O sofrimento diminuiu muito. Lembro das pessoas que ficara pra trás. Os meus objetivos são bem maiores agora. É bem melhor quando você passa e as pessoas não ficam olhando, dá pra perceber realmente que a vida voltou à forma como ela deveria ser. Das coisas que acontecem naturalmente. Enxergar melhor a natureza das coisas. Eu havia me esquecido que sou apenas mais uma pessoa no mundo. Andei muito pra chegar até aqui. Pensando nisso fechei meus olhos e fiz a chamada do Caminho Firme.segunda-feira, maio 05, 2008
Simples como a natureza
Acordei, me sentei à janela e fiquei a apreciar horizonte. Quantas pessoas já fizeram isso na vida? Mas naquele dia foi diferente. Senti aquela sensação percorrer meu corpo e passar a fazer parte das minhas idéias. Comecei a imaginar que eu estava sombreado. Eu estava sombreado. Sentei-me e voltei a contemplar o horizonte. Lembrei do caminho que já percorri para chegar até aqui e procurei ver o máximo que pude de caminho que tenho a minha frente. É assim que venho seguindo. A partir de cada coisa que vou vendo e conquistando. O sofrimento diminuiu muito. Lembro das pessoas que ficara pra trás. Os meus objetivos são bem maiores agora. É bem melhor quando você passa e as pessoas não ficam olhando, dá pra perceber realmente que a vida voltou à forma como ela deveria ser. Das coisas que acontecem naturalmente. Enxergar melhor a natureza das coisas. Eu havia me esquecido que sou apenas mais uma pessoa no mundo. Andei muito pra chegar até aqui. Pensando nisso fechei meus olhos e fiz a chamada do Caminho Firme.quinta-feira, janeiro 31, 2008
Reptilia
He seemed impressed by the way you came in.
"Tell us a story I know you're not boring"
I was afraid that you would not insist.
"You sound so sleepy just take this, now leave me"
I said please don't slow me down
If I'm going too fast
You're in a strange part of our town
Yeah, the night's not over
You're not trying hard enough,
Our lives are changing lanes
You ran me off the road,
The wait is over, I'm now taking over,
You're no longer laughing I'm not drowning fast enough.
Now every time that I look at myself
"I thought I told you this world is not for you"
The room is on fire and she's fixin her hair
"you sound so angry just calm down, you found me"
I said please don't slow me down
If I'm going too fast
You're in a strange part of our town...
Yeah, the night's not over
You're not trying hard enough
Our lives are changing lanes
You ran me off the road,
The wait is over
I'm now taking over,
You're no longer laughing
I'm not drowning fast enough.
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Feliz ano novo, amiguinha.
Só espero que fique tudo bem mesmo. Eu não ficaria de boa se algo de ruim acontecesse. Nunca foi a minha intenção te causar qualquer tido de constrangimento. No entanto hoje vejo como é tênue a linha que separa o contato amigo entre sexos opostos. Eu sei o que é sofrer dessa forma por isso te afirmo que prefiro mil vezes um “não” do que um “não podemos estragar a nossa amizade”. Eu acho que consegui fazer isso no passado, mas agora é muito diferente. Em alguns casos e situações ficou cada vez mais difícil negar a minha natureza. A melhor forma que encontrei para superar isso foi admitindo que, mesmo parecendo irreconhecível, ainda era eu quem estava lá. Eu não sou mais ingênuo e por isso não vou mais dispensar uma fita com você. Não vou negar nada e também não quero ser tosco. Você sabe que eu sou educado e gentil, mas meu outro lado ainda parece te assustar, mas não chega a te afastar. Assim como aquela sua amiga você gosta de mim com sinceridade, eu admito isso. É só não ter medo de olhar nos meus olhos e assim falar e ouvir a verdade. Tomei a iniciativa e pronto, se não rolou sinto muito. Se bem que, acredito, não foi nada inteligente naquelas condições, né? rs. Quem sabe numa próxima?
Dessa vez eu não vou me culpar por saber que algumas pessoas se incomodaram. Elas não conhecem a minha história, nem a sua e nem a nossa, por isso, sem desrespeito, farei novamente se me sentir a vontade e por isso entendo a decisão daquele cara de se afastar de mim. Também admito que ele é legal. Eu não sou e não quero ser otário. Acho que se soubermos disso e conseguirmos nos aproximar fará com que tudo fique mais fácil para todos nós.
Chamou-me a atenção o que escrevestes um tempo atrás sobre um cara chamado Henry, o que me inspirou a escrever sobre uma amiga que mora na Inglaterra, a querida Biba Graeff. Além disso, eu realmente considero que temos uma boa história pra contar que daria muitas linhas sem provocar tédio nas pessoas. A gente se encaixa bem nas idéias, só acho que ficaríamos melhor ainda se levássemos além. Não me leve a mal, minha querida, porque eu, na minha idade, ainda me considero no direito de fazer isso sempre que puder e a situação me permitir. Sei que tenho que levar em consideração muitos fatores que impedem o livre andamento da concentração que se deve ter naquele momento, mas nada que uma hora de peso não resolva. Alguns dizem que sexo racional é absurdo. Eu não sou tão radical assim. Essas coisas acontecem todos os dias e em inúmeras festas por todo o mundo, porque não agir com mais naturalidade? Eu realmente estou de saco cheio de ser apunhalado pelas costas então quero que todas as pessoas que estão próximas olhem nos meus olhos. De vez em quando é bom ver qual que é. Basta ter em mente que sou seu grande amigo... do sexo masculino. Gostaria que houvesse uma amiga suficientemente cabeça pra dizer que, nessas horas, pra que tudo fique bem, é melhor parar de frescura e tirar a calcinha.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Electronic Renaissance
Play a game with your electronics
Take a step to the discotheque, and people
Go outside where there's someone watching cars go by
And the city tall with steeples
Hand in hand with the Electronic Renaissance Is the way to go, yeah
Hand in hand with the Electronic Renaissance is the way to go, boy
Hand in hand with the Electronic Renaissance is the way to go
You're learning, soon you will do the things you wanted
Since you were wearing glitter badges
If you dance for much very longer
You'll be known as the boy who's always dancing
If you work for much very longer
You'll be known as the boy who's always working
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go my way
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go my way
Monochrome in the 1990's
You go disco and I'll go Funkadelic, man
Is the way to go
So drop a pill and then say hello
sexta-feira, novembro 30, 2007
Entre pontes, plásticos e papéis
Lembro do inicio aonde eu fazia questão de não esconder de ninguém. Era mais uma virtude do que um costume. Agora tento ser o mais discreto que posso. Já tive amigos que não se deram bem entrando no lugar que estou. “Tu tens sorte em nunca ter te acontecido nada porque comigo já aconteceram várias vezes” disse um amigo meu. Eu nunca passei por esse pânico. Imagino que se um dia acontecer as coisas podem mudar. O tolo é aquele que aprende com seus erros e o sábio é aquele que aprende com o erro dos outros. Ainda não me preocupo em deixar minhas coisas em um lugar seguro antes de vir. Nem ao menos tiro o meu chapéu e todo o meu dinheiro ainda continua no bolso. Que pessoa tola que sou. Existe um ciclo aonde quem tem coragem de vir pode ficar sem gastar dinheiro. “È para compensar os riscos”. As vezes sobra uma vaga para quem possui um local também. Abri mão disso e misturas improvisadas com material que corrói até automóveis já não fazem a minha cabeça há mais de um ano.
Eu não preciso mais deste lugar. Quero dar meia volta. Como é bom estar na aurora da juventude. Vejo jovens com menos de 20. Eles me parecem tão cheios de potencial e novas idéias. Só se passaram cinco anos para mim. Quando aparecia alguém novo era aquele processo de batizado e algumas técnicas eram repassadas. Lembro quando passei por isso. Foram muitos momentos de encanto. Parecia uma brincadeirinha. Lembro das meninas que hoje são da Old School. Elas pareciam tão felizes. Hoje existem calouros da época que estão mais atuantes que eu. É o que chamaríamos de empolgados. Uma espécie de vício psicológico. Em parte do dia estão com o pensamento enterrado na lama dessas pontes, embaixo de uma lata e cobertos com um saco plástico. Eu não.
sexta-feira, setembro 28, 2007
In Beteween Days
i felt like i could die,
yesterday i got so old,
it made me want to cry
Go on, go on,
just walk away
go on, go on,
your choice is made
go on, go on,
and disappear
go on, go on,
away from here
And i know i was wrong,
when i said it was true,
that it couldn't be me,
and be her in between,
without you,
without you
Yesterday i got so scared,
i shivered like a child,
yesterday away from you,
it froze me deep inside,
Come back, come back,
don't walk away,
come back, come back,
come back today,
come back, come back,
why can't you see
come back, come back,
come back to me,
And i know i was wrong,
when i said it was true,
that it couldn't be me,
and be her in between,
without you,
without you
Without you
without you
Without you
without you
Without you
without you...
quarta-feira, setembro 12, 2007
Vaidade, tudo é vaidade.
Estava descendo a ladeira de uma praça quando vi, sentado perto de um lago, um amigo que há tempos não o via. Ele é um cara muito próximo, mas de vez em quando some e reaparece do nada. Pra falar a verdade a maioria das pessoas que o conhecem acham ele estranho, mórbido e isolado. O nome dele é Elias.
Eu me aproximei e o cumprimentei. Ele me olhou meio que com um susto. Estava com os olhos caídos. Eu já estava acostumado a ver os olhos dele assim. Um dos motivos da galera o achar esquisito é o fato dele aparecer e reaparecer com um humor diferente do outro em várias situações e em momentos diferentes. Um dia, explosivo e comunicativo, e noutro disperso, chato e arrogante. Dizem que as pessoas inteligentes têm problemas de relacionamento. Se for assim acho que Elias é um gênio. Isso porque já desisti da idéia de que ele seja burro demais para tomar algumas decisões. Mas talvez esse mérito não o agrade.
Nesse dia parecia disposto a conversar e me contar tudo. Não estava sorridente, mas também não estava chateado. Ninguém gostava de puxar assunto com ele pra não incomodar, mas sempre que ele resolvia falar encontrava alguém para o escutar. Nesse dia Elias me encontrou e eu estava disposto a ouvi-lo.
Ele me contou que não se conformava em dar atenção para algo que não merecia. Disse que achava injusto o fato dele querer deixar pra lá e não conseguir. E que, definitivamente, achava injusto o fato dele fazer algo contra a sua vontade.
Eu também estranhei. Elias sempre foi um cara que não parava em lugar nenhum. Nunca foi de ficar indo atrás das pessoas. Eu diria que um dos sete pecados capitais que Elias possuía era o da vaidade.
Ele dizia que fizera papel de palhaço, mas não queria me contar muitos detalhes. Eu sentia que a vontade de fazer com que os outros o entendessem era grande, mas mesmo assim as pessoas não acreditariam. Ele já havia tentado antes e o resultado fora um desastre. Eu mesmo fiquei sabendo da onda. Antes disso ele havia feito outras coisas meio sinistras. Um papo que rolou nas festas do derradeiro final de ano e tal. Só que esse é um dos assuntos que Elias realmente não gosta de conversar a respeito. Alguns dizem até que ele tem problemas com bebidas. O pior de tudo é que ele sabe de tudo isso, motivo pelo qual as pessoas acharem que ele é muito intransigente, mas acho que ele se esforça pra ser uma pessoa melhor.
Então eu falei pra ele não se sentir assim, porque eu mesmo já presenciei algumas histórias massas feitas com a participação dele. Foram coisas que qualquer jovem da idade dele gostaria de fazer. Mas ele não dava muita bola pra isso. Parecia que a falta que o problema dele poderia proporcionar era muito grande. Então eu tentei o animar, falando que ele não deveria ficar pelos cantos e sim ir à luta. Eu sabia pra quem estava falando aquilo. Elias era um rapaz muito determinado e cheio de energia. Sempre dava um jeito de deixar todo o mundo pra cima. Só que mesmo eu falando isso ele não queria escutar. Como sempre ele parecia ter uma resposta para tudo. Eu sei que ele estava esperando que eu falasse algo que ninguém falara pra ele antes daquele momento, mas eu não consegui. Ele dizia que já havia passado dos limites da obsessão. Que se expôs demais e não cabia insistir. Que nesse processo houve amigos que choraram e gritaram juntos, mas outros riram e até mentiram. Então eu fui meio que desistindo de tentar o animar e passei a entender a história dele. Elias não perde a mania de tentar teleguiar os outros. Em certos momentos pensei que fosse proposital, mas vejo hoje que isso flui naturalmente, sem perceber ele já está falando demais, só que ele brinca demais com a mente de alguns tipos de pessoas, e isso pode ser perigoso. Ainda bem que durante a conversa percebi que, mesmo nesse estágio, ele tentava nos passar coisas positivas. Elias nunca foi uma ameaça pra mim. Possui um lugar específico pra aprender coisas a respeito de ondas positivas. Cada contato com ele é uma viagem, as vezes frenética.
Ele mesmo admite que o que sente é um castigo, tendo em vista que o pecado da vaidade o havia atraído a outro pecado, a ira. Ele disse que no dia da despedida ele viu que ela estava olhando pra ele esperando que ele correspondesse, mas a vaidade dele não permitiu. Ele achava que já era tarde demais e era melhor tratá-la como a culpada. Ele sabia que todo o mal entendido poderia ser desfeito se não fossem os jogos sujos da teleguiação. De alguma certa forma ele ainda a culpa por tudo, o pior é que ele nem sabe se ela realmente tem algo a ver com isso. Mas ainda hoje ele se envergonha de admitir que sente um nó na garganta ao lembrar de tudo o que aconteceu, não de ira, mas de tristeza. Ele só quer uma maneira de ignorar tudo isso. Portanto, ele me convenceu de que o que está passando é um castigo por causa de sua vaidade, onde a vida permitiu um sentimento mais convincente que o próprio Elias. Para o guiar para o nobre caminho da humildade e aprenda, verdadeiramente, o que é esquecer de gostar de alguém.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Reena
You keep me comin home again
When you were gone,
I met a friend
She taught me how to
Live in the end
Are her eyes
Brown or blue?
How does she keep her
Static cool
My heart and soul
Are rocked up in her eyes
A little blink
I recognize
A little blink, yea, that's my prize
A white horse
Sittin right there by her side
Hard to ignore
Hard to disguise
She'll never ever
Realize...
You keep me comin home again
You keep me comin home again
When you were gone
I was out of my mind
I had a friend who laughed all the time
I had a friend who cried all the time
I had a friend who screamed all the time
I had a friend who lied all the time
quarta-feira, agosto 15, 2007
Duas filas
É tipo assim, a gente que ta no movimento sabe que dentro de um processo amplo existem músicas e ouvintes legais ou, digamos, incompatíveis, já que dentro de uma formulação o que prevalece é a argumentação, a livre troca de idéias e a apresentação de resultados.
Uma vez, quando eu ainda era aluno assíduo no meu Curso de Bacharelado e Licenciatura Plena em História, na Universidade Federal do Amapá, me interessei e comprei o livro “Sobre História” do professor Erick Hobsbown, que é considerado o maior historiador vivo. Logo na parte introdutória de um dos artigos (o livro é uma coletânea de artigos) ele fala de toda a sua experiência. Ele toca no assunto de que, mesmo em uma sala de aula, nós sempre encontramos aqueles alunos que são brilhantes, e por isso é dele que gostamos de estar perto, mas o professor Hobsbown continua a história e fala que, na verdade, esse aluno brilhante é o que menos precisa da gente. Quem precisa mais do professor são aqueles alunos que tem dificuldades de aprender e é pra eles que os educadores devem se dedicar para que realmente haja crescimento social.
Esse texto do professor Hobsbown (não precisa dizer que ele é um cara massa rs) me serve de baliza até hoje. Sempre procuro pensar que as pessoas que parecem ter pouco potencial só precisam de uma chance pra agarrar a oportunidade com unhas e dentes e fazer muito mais do que, digamos, os capacitados. Processo de discussão e de construção é assim mesmo. Pode existir um milhão de pessoas aplaudindo, mas sempre vai ter aqueles coleguinhas que vão ficar secando a parada. Isso é muito normal (não posso falar que é saudável). Estou quase chegando à conclusão de que maluco antigo é o tipo de aluno mais reacionário que existe.
Ainda bem que temos uma história. Na hora de mobilizar a galera a gente ia lá e arrebentava. Não importava se fosse aqui ou no Rio Grande do Sul, na rua ou num auditório, com dois ou mais de dez mil estudantes de todo o país. A gente chegava lá e mandava ver. Era um processo muito rico, e isso nos deu muita educação, mas mesmo fazendo tudo isso ainda não era o bastante e sempre rolava um sentimento de falta de reconhecimento, só que isso passava (e passa) bem depressa. Acho que as pessoas politizadas entendem esse processo como parte fundamental para o diálogo e visualiza até o surgimento de uma outra organização como positiva. Sinto pelas pessoas que nunca passaram por uma academia e um movimento de verdade para entender o que significa a troca de idéias e a construção coletiva.
Ainda bem que continuo visualizando duas filas, e na outra estão pessoas que passam muita força. Só de olhar nos olhos de algumas eu entendo tudo e isso nos motiva a continuar encarando preconceitos e quebrando antigos conceitos, tendo em vista que o anzol sempre volta e a verdade sempre aparece. A gente vai continuar avançando e se superando. Quem quiser é só chegar porque aqui estamos muito ocupados pra ficar mantendo rancores e porcarias sentimentais. E é bom se decidir logo se você vai entrar na fila pra me dar um soco ou na outra pra ser meu fã.
sábado, agosto 11, 2007
Blood talkin'
segunda-feira, julho 30, 2007
Silêncio
Ela chegou lá
segunda-feira, julho 23, 2007
I could be dreaming
I could be dreaming
I could have ordinary people chasing me from town to town
Mission Impossible
They've got a spy for every blink of your eye
I'm feeling hunted
I'm feeling haunted
They've got a knife for every time you take the same train into work
A family's like a loaded gun
You point it in the wrong direction someone's going to get killed
If you had such a dream
Would you get up and do the things you've been dreaming
Is he your husband?
Or just your boyfriend?
Is he the moron who's been beating you and keeping you inside?
I've never done this kind of thing But if I kill him now, who's going to miss him?
I went up to the schoolI took a walk up Castlehill
For every step there is a local boy who wants to be a hero
Do you want to do it now?
Outside the butchers with a knife and a bike chain
quarta-feira, julho 18, 2007
Was that a dream?
sexta-feira, junho 22, 2007
Malevolosidade
Faça de conta que eu sou uma imensa pá de lixo verbal
Um objeto onde você possa despejar
Toda a malevolosidade
Não sei se existe essa palavra
Já procurei no dicionário
Pra tu ver que eu
Não sou um cara ruim
Não sou um cara ruim
Eu sei que não sou um cara ruim
Não sou um cara ruim
segunda-feira, junho 11, 2007
Será que podemos?
Se esperarmos mais mataremos a nossa juventude de tédio. Eu não quero isso e sei que ninguém aqui quer. Cara, com tanta coisa pra pensar então por que nós não escolhemos pensar em “o que faremos para nos sustentar?” Se você não tiver uma pensão no Inss vai ter que trabalhar, e, se for o caminho convencional, vocês vão pegar os seus diplominhas universitários ou de uma faculdade perereca, seus pais vão se emocionar e tal, mas e depois? Aonde vamos trampar? Vamos procurar uma empresa que nos force a escrever um texto com Ctrl+C e depois Ctrl+V? Pra tirar fotos para um jornal chato e de direita? Ficaremos olhando um monte de gente ganhando rios de dinheiro com cultura-lixo?É mais fácil assim, né? Digo... Entrar em uma relação onde já existe uma sala pronta, um Club legal, a sujeira do lugar é bem camuflada, o plano de cargos está inteiramente atrelado à política. Ainda por cima existem todos aqueles conselhos de suas mães no sentido de “não importa o trabalho, se te pagarem bem você logo vai gostar dele, então relaxe e goze”. O problema é que rapidamente se torna excessivamente chato. Vocês logo serão humilhados porque seus chefes não aceitarão o fato de vocês serem mais inteligentes que eles e vocês ficarão putos por terem chefes tão burros. Terão que aceitar o fato de serem inferiores, pois, afinal, eles estarão te pagando. Nem seus professores universitários admitem perder uma discussão pra vocês. Daí os seus sacrifícios se tornarão em decepção, porque perceberão que fizeram papel de otários e, por problemas de egos, não foram valorizados. Um dolorido pé-na-bunda é o que restará. O caminho da acomodação é o que todas as cabeças, duras ou não, procuram, mas o problema é que este também é o caminho de aceitar todas as cagadas escrotas que existem hoje no mundo como o papo de “monopólio de conhecimento”, “identidade cultural”, “liberdade de expressão” e um monte de iniciativas importantes que poderiam proporcionar demandas de emprego para muitos coleguinhas de nossa cidade e de todo o país que se formam e não encontram vaga na sua área de conhecimento. Vocês morreriam duas vezes antes de ficarem se vendendo até o final da vida, além disso, vocês olhariam para trás e diriam “puta-que-pariu, tarde demais, aquela história já foi escrita”.
É sim, a gente faz uma coleta na hora do almoço, daí escolhe duas pessoas pra cuidar da louça e mais duas pra cuidar da “casa”. E quando alguém estiver com preguiça pague outro alguém com aquele crédito pra realizar suas tarefas. A gente não vai morrer se lavar algumas roupas ou até mesmo se não tiver grana pra comprar um sapato a cada mês. É verdade que poderemos chorar algumas vezes. Foda-se. Nós não iremos nos arrepender da maior parte. Estaremos ali fazendo algo que ninguém teve o queixo de fazer, trabalhando mentes e corações para a mudança de conceitos. Seremos os nossos chefes. Eu sei que é muito escroto quando a gente discorda de algo, ainda existem muitos pontos que ainda estão se acertando e outros que parecem nunca ter mudado, mas quando a gente resolve fazer alguma coisa juntos geramos uma força tão grande que fico empolgado só de pensar nela. O restante continuará em suas casas esperando que alguém faça alguma coisa, pensando no horário onde poderão sair e encontrar um lugar pra se livrarem de seus impulsos químicos, se curarem de seus excessos de melancolia, falta de criatividade e atitude. Nós teremos muitas coisas pra fazer todos os dias e seremos pagos pra viajar por eles. Enquanto todos estiverem pirando, nós, além disso, estaremos nos alimentando de tudo.
segunda-feira, maio 28, 2007
Yes, I know
Você se acalma. Ainda dentro de seu quarto você escuta barulhos do outro lado da parede que te assustam. O suor que estava por todo o seu corpo, principalmente no pescoço e entre os seios, está esfriando agora. Pelos passos lá fora você reconhece que é uma pessoa querida que levantou pra beber água e veio ver como você estava. Então você sorri e percebe que seus lábios estão mais ressecados que o normal, você passa a sua língua neles para que retornem ao aspecto de doce caramelado. Então você bebe um copo d’água e volta a relaxar. Ainda está meio amedrontada com a escuridão. Reconhece que não está sozinha e ainda existem pessoas que podem te proteger e que estarão contigo mesmo em um buraco muito escuro. Possuem uma ligação muito forte com você. Algumas sabem o caminho e outras não, pois são mais indefesas que você. Mas você nunca precisou tanto delas assim, mas agora você está amedrontada. Já aliviou um pouco, mas ainda é desagradável lembrar dos flashs onde havia coisas te empurrando para aquele buraco. Elas sabiam o seu nome. Passaram um longo período te observando. Estavam esperando a hora certa pra te empurrar.
Eu sei disso. Eu vejo tudo isso. Você errou quando falou que eu estava ficando louco. Não é fácil ver estas coisas e ficar apenas observando. Estaria mais presente se as coisas fossem diferentes, mas acho que insisti mais do que deveria e agora estou cansado. Como você acha que me sinto? Não pense que é fácil ter isso interrompendo o meu sono. Eu não pedi pra que as coisas ficassem como estão. Sei que o que você queria era ficar dançando por aí. Já ouvi algumas pessoas falando que alguns tipos de sentimentos podem se tornar uma prisão pior do que as que possuem grades. Quem criou esta ligação que tenho contigo esqueceu de cortá-la. Eu não sei o que você está pensando agora, só espero que saiba o quanto ainda sinto. Algumas coisas significam tanto que não podemos esconder. Eu quero dar uma volta por aí e escutar músicas legais, ver pessoas inquietas produzindo. Quero sentir a vida delas pulsando. Depois quero voltar pra casa e saber que está tudo bem contigo. Eu quero dormir sabendo que existe um motivo melhor do que os que você me deu para ter escolhido este caminho.
quarta-feira, maio 16, 2007
Mais um vexame praminha coleção
sábado, maio 05, 2007
Sorte
No outro dia pensei que havia acontecido um acidente com ela. Tudo não passou de alarme falso, pois no inicio da noite ela apareceu do nada. Eu havia deixado a porta aberta, caso ela ainda estivesse viva e quisesse voltar. Eu nunca fecharia a porta pra ela. Agora fico mais preocupado com medo dela ir embora ou de alguém fazer mal, mas acho que agora ela aprendeu a lição. Ela vai tomar mais cuidado na próxima vez que resolver não dar ouvidos a quem gosta dela de verdade, se bem que eu acho que agora ela só possui oito vidas.
terça-feira, abril 24, 2007
Saudações José
domingo, abril 22, 2007
Antigo e batido, mas vale a pena lembrar
Quero me encontrar, mas não sei onde estou
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
Tenho quase certeza que eu não sou daqui
(...)
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
Estou cansado de bater e ninguém abrir
Você me deixou sentindo tanto frio
Não sei mais o que dizer
Te fiz comida, velei teu sono
Fui teu amigo, te levei comigo
E me diz: pra mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
Você não quis tentar me ajudar
Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado
Acho que o imperfeito não participa do passado
Troco as pessoas
Troco os pronomes
Preciso de oxigênio, preciso ter amigos
Preciso ter dinheiro, preciso de carinho
Acho que te amava, agora acho que te odeio
São tudo pequenas coisas e tudo deve passar
(...)
terça-feira, abril 10, 2007
Novo prazer
sábado, março 24, 2007
I would say I'm Sorry
sexta-feira, março 16, 2007
Biba Graeff
Semana passada eu encontrei com uma amiga antiga, Biba Graeff. Ela hoje mora na Inglaterra e é uma pessoa com a qual me dava muito bem. Passeávamos algumas vezes e até dizíamos que nos amávamos. Os tempos mudaram, neste encontro deu pra perceber o quanto. Olhando para ela lembrava alguns motivos que a levaram a ir para a Inglaterra e ficar distante de mim. Algumas situações estranhas e que talvez nunca se encontre respostas. Ela também parece meio estranha, afinal de contas as situações que passamos juntos e que a levaram a ir para a Inglaterra não foram muito boas, admito.
De fato ela está mais madura, existem tantas coisas que eu queria falar pra ela, mas eu não posso ou ao menos acho que não. Na verdade eu poderia dar uma explicação mais consistente sobre tudo o que aconteceu, mas o resultado não seria muito bom, pelo menos na época em que aconteceu, tendo em vista o envolvimento e a preocupação em não prejudicar outras pessoas e ela mesma. Fico imaginado que agora que a poeira está mais branda eu poderia dizer pra ela a verdade por mais que todo o tempo que passou não tenha mais volta. O que algumas opiniões e situações levaram um bonito sentimento a se transformar em um amontoado de notícias não muito boas desagradáveis?
Fico pensando nas coisas que deveria dizer. Ela é tão bonita. Lembro que em um de seus dias quando ela não estava pisando no chão ela falou que gostava de mim mais do que todos os outros meninos. Só eu sei o quanto estou pagando por abrir mão de mim mesmo em nome de algumas pessoas. Será que está valendo a pena? O que tenho aprendido é que as vezes você pensa que está fazendo o bem, mas não está e que só quem recebe o bem é beneficiado, daí a frase fazer o bem sem olhar a quem. Talvez a verdade seja a saída tendo em vista que agora tudo mudou, parece não haver mais confiança um no outro. Apenas uma conversa íntima com uma série de restrições, confesso que fico com medo de entrar em certos assuntos. Na verdade não sei bem o que dizer. Será que devo confiar? Ela sabe que não precisa ter medo de mim. Ela é tão bonita, tinha até esquecido o quanto Biba é bonita, inteligente e divertida. Ela me faz muito bem, só que agora fico com receio de rir com ela. Isso realmente é muito triste. Receio de ir longe demais novamente, me machucar e machucar a ela, por isso é complicado pensar em tudo o que aconteceu. Sei que ela poderia me ajudar mais do que de fato está. Assim eu tiraria este peso das costas e voltaríamos com um contato muito mais fortalecido e pé no chão. O problema é que não sei se devo pedir isso a ela e ela talvez não ache que poderá vir da Inglaterra pra passar uns tempos perto de mim novamente.
Não sei se ela ainda tem guardado as coisas que escrevi pra ela em manuscritos, papel impresso e e-mail, mas sei perfeitamente que ela se lembra de tudo isso. De fato ela não é mais uma criança. Acho que não combina mais ser o protetor dela, já que ela parece cuidar muito melhor de si do que eu de mim. Sem dúvida a Biba se tornou uma mulher muito interessante. Constatando isso penso no quanto a minha forma de tratar as pessoas e principalmente as mulheres estava equivocada. Ainda bem que hoje eu tenho a oportunidade de levantar a cabeça e dar a volta por cima de uma forma que só eu poderia fazer por mim mesmo e espero que na próxima vez que ela vier da Inglaterra possamos começar algo novo, desde o início, como quem acaba de se conhecer, assim como as folhas de uma árvore se renovam à cada estação. Eu poderia deixá-la quieta na Inglaterra conhecendo todos os seu amigos ingleses. Seria fácil se ela não fosse Biba Graeff, uma pessoa pela qual ainda tenho um profundo sentimento.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Foreign Complaint
I got no one by my side and finally now, i feel fine
As the leaves are falling, as the sun is going down.
My eyes are in the wind, but every summer they melt down
Here no one knows my name, they never see me around
I pretend i'm from spain and i don't even go out
I never thought it would be so hard to live in other town
And i always remind of you when sleep gets me down
Every dusk i watch, well, it always leaves me sad
Cause that time i got you, the dawn was the time to bed
And i never saw the dawn anymore, now i have to crawl
To get up from the bed, and then get off of the ground
I'm not looking for and i couldn't even get a job
Lately i'm too weak and i still got the bucks you gave me
People scream that i'm a slob, but i pretend it's not with me
I just keep my face straight, with my eyes staring at my feet
Sometimes i miss my rock'n'roll records and my friends
But as long as i'll die, they'll take me out of their heads
I'm not saying i was unwanted, it's just something usual
Maybe i never really liked'em but i miss them all
Last week i went to a bar, and there was no one at it.
And i've been thinking how sometimes love's hard to fit
I remembered when i's a child and how beautiful were my hair
And when i discovered that love's something hard to bear
But when the bar closed down, i started my thinkin' again
And going back home i cried a little bit but then
I cleaned my face with memories from my mom and my dad
And for a quick moment i forgot that they are dead
I heard someone saying love's bitter, well, i didn't disagree
But later when i was sleeping i've been waken by a dream
I don't remember well, but i only know it was about you
Then i passed all the day upset till i accept that i love you
But you know life goes on, as it goes on your life
And i'd be lying if i said that someday i'll be back
Cause these words haunt myself, i prefer to ignore the pain
Cause i'll always love you, but i don't want to see you again.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Take It Or Leave It
Leave me alone
i'm in control
i'm in control
and girls lie too much
and boys act too tough
enough is enough
well, on the minds of other men
i know she was
i said just take it or leave it
and take it or leave it
and take it or leave it
and take it or leave it
oh, just take it or leave it
and take it or leave it
oh, take it
i say
oh, he's gonna let you down
he's gonna let you down
he's gonna let you down
and gonna break your back for a chance
and gonna steal your friends if he can
he's gonna win someday
i fell off the track
now i can't go back
i'm not like that
boys lie too much
girls act too tough
enough is enough
well, on the minds of other girls
i know he was
i said you take it or leave it
and take it or leave it
and take it or leave it
and take it or leave it
oh, just take it or leave it
and take it or leave it
oh, take it
that's right
oh, he's gonna let you down
he's gonna let you down
he's gonna let you down
and gonna break your back for a chance
and gonna steal your friends if he can
he's gonna win someday
oh, he will
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Não se reprima
“Ninguém pode sentir exatamente o que o outro sente”, você disse. É verdade, às vezes fazemos coisas que ninguém mais pode fazer por nós. Aquele papo de esperar a hora certa de agir às vezes dá errado e a oportunidade escapa pelos nossos dedos, na nossa frente, sem que se possa fazer mais nada a não ser lamentar.
Sabe, novo amigo, você não é o único. Identifiquei-me bastante com a sua opinião. Não posso ficar no seu lugar, mas quero que saiba que já passei por isso. Às vezes somos taxados, mas dentro de nós mesmos podemos visualizar melhor o que significa tomar uma atitude como essa. De guardar os seus valores para guardar a si mesmo. Isso é uma das coisas mais preciosas do mundo, acredite. Não se trata de ingenuidade ou fraqueza, ao contrario, é preciso ser bastante homem pra tomar uma atitude como essa.
Não deixe que os outros tirem isso de você. Talvez se arrepender e ficar se martelando só vai te provocar mais insegurança e não é isso o que queremos. Procure guardar essa facilidade de conquistar as pessoas e se envolver com elas. Continue permitindo que a parte boa do mundo delas entre no seu. Sei que há casos em que uma atitude drástica é necessária, afinal de contas somos jovens e um pouco de ação nunca fez mal a ninguém. Às vezes o certo é passar o rolo compressor mesmo. Deixar com que a libido aflore as vezes é o que se pretende das duas partes e sentir o gostinho da carne macia, a transpiração a mil, o suor misturado com cheiro de perfumes agradáveis e a textura da carne nova na sua boca e encostando em várias parte sensíveis de seu corpo é muito bom. Mas às vezes não dá pra continuar assim. Você sente falta, é como a ausência de um braço ou de uma perna. Realmente não dá pra viver com próteses. Você precisa de algo mais concreto e por isso sente necessidade de algo mais consistente. Que faça você se sentir seguro e mais feliz.
É, novo amigo, acredito que você agiu certo. Sei que aquela pulguinha vai ficar te falando “você deveria ter pegado” ou “a outra opção era melhor”, mas você nunca vai ter como saber ao certo como seria se fosse de outro jeito. O importante é não ficar se martelando. Vai ver este realmente era um teste. Você mesmo falou que já rolou um deste há um ano e o negócio deu errado. Este é um bom motivo pra você acreditar na existência destas forças invisíveis. Talvez você não acredite nelas o suficiente, mas o simples fato de saber da existência delas ajuda bastante, pois quando tudo fica parecendo que deu errado você reflete e pensa “a escolha foi só minha, eu fiz o que achava que era certo”.
Acredito que só há um destino para pessoas iguais a você: se dar bem. Vou continuar te apoiando no que você fez e se o motivo desta sua atitude não te corresponder não entre em desespero, pois tudo acaba bem no final, e se não acabar bem é porque não era o final.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
I´d really like to help you man
Olá amiguinho, há quanto tempo, não? O que voce esteve fazendo? A mesma coisa que eu? Então acho que você está indo muito bem amigunho, sério mesmo. Estive tentando dar uma arrumada na casa, tipo, ser mais cuidadoso e responsável. Ah amiguinho, como isso é difícil. Acordar no horário certo e ir cumprir as suas responsabilidades. Os anos estão passando e você precisa correr atrás do tempo perdido. Você sabe que em algum momento você pode vacilar, mas ainda sim consegue seguir. Ainda não consegue terminar suas tarefas básicas. Ainda perde muito tempo na rua. Leva pau da prova porque não estudou ou ficou reprovado em faltas.
Espero que você esteja conseguindo amiguinho, eu realmente quero que isso aconteça. Sei que nem sempre as coisas dão certo. Às vezes você faz uma daquelas besteiras bem fudidas, do tipo pra deixar tudo de pernas pro ar. As férias que você deu a si mesmo de sair e curtir a noite pareceram voltar de uma só vez. Um dia em que você tira férias das férias... Quer de algum jeito arrumar uma fuga da realidade para que alguma coisa entre em seu equilíbrio. Daí, quando tudo isso acaba parece que a dor de cabeça aumentou e que a responsabilidade fugiu ao seu controle, assim como tudo a sua volta: seus sentimentos, respeito, autocontrole... Tudo isso parece ter entrado em um ciclo cuja direção de sua rotação é exatamente o contrário do que se acredita, para a esquerda. Diferente de tudo contra o que você está lutando. Daí você percebe o quanto é válido a frase “quanto maior a altura maior o tombo”.
É isso o que acontece. Alcançar o equilíbrio não é tarefa fácil, mas você sabe que pode conseguir, até porque nunca te disseram que seria fácil. Como já foi dito: o querer é uma autorização para que a mudança ocorra, e a força da nossa vontade pode superar todas as situações escrotas. Continue tentando amiguinho, não se perca entre as sombras do mundo. Levanta a tua cabeça mais uma vez. Você ainda tem muita coisa boa pela frente, você é jovem e a vida é longa. Aproveite este período em que todos estão pensando em “o que fazer” ou “como se deve perdoar” para ser uma pessoa melhor. Espero que a tendência daqui em diante seja o de melhorar. Você vai conseguir amiguinho... Continue lutando. Se depois de tentar várias vezes você sentir que as suas forçar acabaram e você não vai agüentar mais... Tente de novo! Saiba que o que você sente eu já senti também.
sábado, novembro 25, 2006
Coletivo Palafita
Arte: Heluana Quintassegunda-feira, novembro 06, 2006
Festival Varadouro no TramaVirtual de domingo
Imprensa EC

terça-feira, outubro 31, 2006
Prévias do Caldeirão Universitário
Ele também servira como balanço de produção para o I Festival Amapaense de Musica Independente, para tanto solicitamos aos interessados que entrem em contato para conhecer o projeto.
Contatos:
Liverpool Rock Bar:
9905-6449; 3223-5053.
Paulo Zab:
9124-3937,
paulozab@gmail.com.
Jemile:
9974-8949
segunda-feira, outubro 30, 2006
TRILÖBIT - Tributo kraftwerk
Por aqui o Kraftwerk é rock! A prova disso é o tributo ao Kraftwerk, idealizado pela revista eletrônica http://www.urbanaque.com.br/,
Somos Robôs.
São 14 bandas das mais diferentes vertentes do rock e da música eletrônica, de diferentes estados brasileiros, que estão prestando suas homenagens em versões inéditas, e declaram, para surpresa de muitos, a importância e influência do Kraftwerk em suas músicas. Versões surpreendentes que vão da surf music, passam pelo funk carioca, electro rock, e até a flertar com trilha sonora para filmes de Bollywood.
Um pequeno retrato da criatividade dos novos artistas brasileiros e que só reforça a tese de que o Brasil passa por uma das melhores fases musicais dos últimos anos. Produção de norte a sul do país e com um pequeno detalhe, mantendo características regionais e sem perder qualidade.
BANDAS:
I.O.N. (The Robots), Lucy and the Popsonics (Showroom Dunnes), TRLÖBIT (Athërwellen Airwaves), Goldenshower (Mehn Maashyn Aka), Ambervisions (Pocket Calculator), Daniel Belleza & Os corações em Fúria com Rock Rocket (Trans-Pompeia Express) e muito mais.
Para democratizar a música e alcançar o maior número possível de ouvintes, as 14 faixas que compõem o Somos Robôs, não serão comercializadas e sim disponibilizadas para download gratuito no www.urbanaque.com.br.
--
http://sassacartoon.blogspot.com
http://muambazine.blogspot.com
http://trilobita.multiply.com
http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=26552
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1553891
http://www.youtube.com/view_play_list?p=AA5AB383C6D571F1
sexta-feira, outubro 20, 2006
O Acre existe!

O Festival Varadouro vai arrebentar. Está reunindo não apenas bandas legais como Macacas Bong, MQN e Coletivo Rádio Cipó. Ele tem o mérito de aglutinar representantes de todo o norte do país. Um dos pontos fortes será a mesa de discussão Independência ou Norte, que visa o engrandecimento da cena na região. Por enquanto só tomei café e conversei com a galera de outros Estados da Região, como o Fernando Rosa do Senhor F e Pablo Capilé do Espaço Cubo.
Ainda estou aguardando o que virá hoje a noite: Gogó de Sola (AC), Mamelucos (AC), Ultimato (RO), Nicles (AC), Coletivo Rádio Cipó (PA), Macaco Bong (MT), Camundogs (AC) e Moptop (RJ).
Até logo.
quarta-feira, outubro 18, 2006
See you In the only side of the moon.
Você está se equilibrando. Interessa-se cada vez menos por cores e contornos artificiais. Aprendeu a avaliar o clima à sua volta. A compreender os jogos restritos de olhares com sussurros mentais e da busca de cada um. Isso é bom. Isso é muito bom.
Aconteceu porque você se deu conta do poder que têm. Sabe agora que a vida é feita de impactos e contatos de energias. Algumas emanam força branca e outras... Não branca. Depende do momento. Depende da pessoa.
Sai na rua e sabe que o mundo não gira à sua volta, mas existem passagens. Os que se sintonizam sacam, mas os descuidados não acompanham. Coisa que você apenas desconfiava depois tirava da cabeça por achar que era apenas a sua imaginação.
Muito bem baby. Antes era só um rostinho bonito, agora é uma presença com suas próprias influências e subordinados parciais. Com suas cartadas e encantadas cultivadas em você. Já sabe dar seus lances com voz ativa e sutil. Isso é bom. Isso é muito bom.
Sim, você venceu. Conquistou o nosso respeito. Não que não fizéssemos isso antes, mas agora sabe como é. Claro que sabe. Se não soubesse não estaria neste estágio. Está se soltando e aprendendo a voar sozinha. Passou a nos ensinar alguns truques. Isso é essencialmente fundamental. Quem te ajudou a chegar aí?
Nada veio de graça. Suas habilidades e força fizeram você chegar onde está. Devo te aplaudir e dizer que o mérito é todo seu. Você merece. Curta os prêmios da autoconsciência. Do exercício da memória. Nem vou perguntar se está gostando. Sei que é amargo no início, mas depois fica ótimo. Ninguém nesse mundo pode te guiar pra lugar algum. Podem te mostrar o caminho, mas quem andará será você. A não ser que te teleguiem. Acontece com os recém iniciados.
Estas coisas ficam além de nossas máscaras e ilusões. Encontram-se encravadas em nosso ser. O tempo que você passou refletindo enteógenamente te levou para esse plano. Os pontos de mutação que você tem são múltiplos e constantes. Você sabe que isso é bom. Que é extrema parte de tudo isso. Uma peça fundamental do todo. Do objetivo maior da essência.
Por trás disso estão todos os segredos da vida. Acredite que pode romper as barreiras ilusórias e encontrar a trilha para a verdadeira viagem. Pode destruir muitas coisas negativamente densas estando em conjunto e se construindo sozinha ou ao contrário disso. Você começou a ver o que tem do outro lado e espero te encontrar outras vezes para ver novamente seus olhos. Se eles te revelarem mais do que de costume não se assuste... É apenas uma nova fase acima.
terça-feira, outubro 17, 2006
Festival Varadouro acontecerá neste fim-de-semana
Nos próximos dias 20 e 21 de outubro, acontece em Rio Branco no Acre, o Festival Varadouro. O festival tem como objetivo dar visibilidade a tudo o que vem ocorrendo na cena independente local, abrindo caminho para o rock brasileiro.Resultado da iniciativa de artistas, produtores culturais e do selo fonográfico acreano Catraia Records, o festival conta com 16 bandas como Porcas Borboletas(MG), MQN(GO), Macaco Bong(MT) e Los Porongas(AC). Além dos shows, a segunda edição do festival oferecerá ao público a tenda eletrônica Aldeia Sideral, e uma série de debates indispensáveis para o crescimento da música independente nacional.O Festival Varadouro faz parte do Circuito Fora do Eixo de Música Independente e da Associação Brasileira de Festivais Independentes – ABRAFIn, dos quais participam, dentre outros os festivais o Porão do Rock (DF), Abril Pró-rock (PE), Calango (MT), Goiânia Noise e Bananada (GO) e MADA (RN).
domingo, outubro 15, 2006
Uma conversa...
- É por isso que nosso conhecimento é relativo, pois se usasse 100% estaríamos em um estágio de compreender a verdade. Uma verdade absoluta.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Espaço Cubo documentará cena do norte em tour
E mais uma empreitada do Espaço Cubo começa amanhã, quando o colunista Ney Hugo, da Imprensa EC, embarca na tour "Independência ou norte", promovida pela Cubo Comunicação, com a proposta de documentar todos os detalhes que vão rolar nos festivais Casarão, que acontece neste sábado (14) em Porto Velho (RO), e Varadouro, que rola nos dias 20 e 21, em Rio Branco (AC). A idéia é mapear a cadeia produtiva desse caldeirão pulsante da cultura fora do eixo, através de entrevistas com produtores, representantes de selos e bandas. Além desta missão, Ney Hugo será o representante do Espaço Cubo no I Seminário de Rock na Floresta "Cultura e História", quando participará das mesas sobre a importância da mídia no cenário musical e o norte no cenário musical nacional. Para mais informações acesse http://www.fanrock.com.br ou a comunidade do Festival Beradeiros, no Orkut.quinta-feira, outubro 12, 2006
Brincadeira.
Essas pessoas que aparentam ser ridículas. Que ficam julgando os outros. Que ridículo. Como pode falar de alguém por pura inveja... Vingança é a demonstração de inferioridade. Que falta de... Alguma coisa. Frustração trazida da criação. Todos têm. Eu tenho, tu tens, eles observam, todos detonam. Poucos ajudam. Às vezes nem os amigos. Não sabem como... Fica por isso mesmo. Coisas da auto-análise. Auto-exame.
Eu não quero mais brincar disso. Pira-paz não quero mais. Meu cadeado é a Lua. Vamos brincar de pira ajuda? Quem vai ser a mãe? Não importa. Quem começar vai ter que pegar alguém e esse alguém vai ser a mãe... Duas mães vão se ajudar a pegar os outros meninos fujões... Rebeldes. Depois que acabar não quero passar pra pira-alta. Quem estivar no alto não pode ser pego. Só os que estão embaixo. Esses podem morrer na mãe porque não subiram. Quer saber... Segue sempre o teu caminho. Deixa quem quiser falar. Embaixo. Em cima. Cuidado pra não pisar em alguém. Fique apenas com o que é seu. Pare de olhar para os outros.
Que tal pira esconde? Confere até trinta e um alerta e eu me escondo. Todos nós nos escondemos. Tente nos achar, mas cuidado. Tem que ser de um lugar seguro. Se me achares posso sair correndo e bater primeiro que você. Fique esperto. Não vale olhar enquanto confere. Se falar o nome errado anulou, hein? Não tente adivinhar onde estamos. Venha pessoalmente e procure. Deixe de preguiça. Ou você é café com leite? Só vale ir embora quando tudo terminar... Ou quando pedir pira-paz. Não dê pressão. Cada um corre como pode. Todos estão tentando encontrar alguém... Alguma coisa. Uma razão que pode estar fora da razão. Não estoure o garrafão. Se fizer isso os outros podem sair correndo pra te pegar e eles podem te machucar. Saia pela saída.
Fique alerta. Só pegue a bandeirinha se boa parte do outro time estiver colado, senão colado você vai ficar. Não se esqueça que vivemos no mundo da roda, no mundo da roda a girar. Na roda do mundo girando, e estamos no mundo a rodar.
Revisão
Acho que de um tempo pra cá me tornei muito chato. Acabei monopolizando a conversa demais e não deixei meus amigos a vontade. Preocupava-me apenas em ficar expondo as minhas idéias e acabava recebendo pouca coisa do que os outros tinham a me passar. Vejo agora o erro que estava cometendo. É certo que existem coisas que tenho extrema necessidade de falar pra alguém, mas essa empolgação acabou fazendo com que outras pessoas não se sentissem a vontade. Todos acabam tentando me entender, mas às vezes acho que é complicado pra eles. Eles sabem que não faço isso de propósito. O problema está aí. Se fosse de propósito eu poderia me controlar ou eles poderiam tentar me corrigir, mas como acontece quase inconscientemente fica mais complicado observar esta falha.
Ainda bem que estou me tocando disso a tempo e tentando, ao máximo, me corrigir neste ponto e espero encontrar outros para que eu possa ser uma pessoa que conviva melhor comigo mesmo, com as pessoas próximas e não próximas. Não quero ser considerado o chato ou o inconveniente. Sei que alguns vão chegar e falar “pára com isso Zab, tu já tá na tua neura?”. Eu sou assim mesmo. Às vezes acho que sou desligado de algumas coisas, mas em outras acredito que percebo mais facilmente.
Na verdade estou de saco cheio de muitas coisas. Esse personagem que criei chamado PauloZab acabou saindo do papel e procurou passar para a vida real usando a minha personalidade. É isso o que acontece quando se mistura o irreal com o real: um estágio escroto de esquizofrenia. Não que andasse por aí vendo coisas, mas é que algumas verdades que tomei para mim eram imensas mentiras. As pessoas também não podem confundir, eu não sou PauloZab, ele só existe na Internet. Parte dele é parecida comigo. Acho que ele é a personificação de um extremo meu. De pensamentos difusos que fazem projeções superficiais do verdadeiro eu.
A fuga de escrever que duraram meses fez com que essa figura ganhasse vida, mas agora ela está sob controle e a criatura não voltará a importunar o criador e nem as pessoas próximas dele. Tudo bem, as pessoas podem me chamar assim, mas elas têm que entender que isso não passa de um nickname. É preciso separar as coisas. Todos sabem que a minha cabeça é frágil. Sei que a deprê já passou e o estágio de intoxicação também, mas, por favor, não ressuscitem a minha paranóia. A visão da minha infância já foi o suficiente pra mim.
quarta-feira, outubro 11, 2006
Uma psicografia
segunda-feira, outubro 09, 2006
Graforréia Xilarmônica e Repolho

Pela terceira vez, oficialmente, a banda Graforréia Xilarmônica se apresenta em Chapecó, a capital do rock catarinense. As duas últimas vezes que eles estiveram na cidade foi há mais de dez anos, em 1994 e 1995 pra ser mais preciso. Em 1999, ainda, teve uma apresentação do Frank Jorge e do Marcelo Birck tocando os clássicos da banda em uma versão sem bateria (o Birck é da primeira formação da banda e hoje, além d’ Os Atonais, trabalha em carreira solo). Mais uma vez a parceria acontece com a banda Repolho – que cita a Graforréia como uma das influências - velha conhecida de guerra. Para o público fica a expectativa e a oportunidade de ver (para muitos rever) e prestigiar esse grande acontecimento, que vai rolar dia 14 de outubro no Live Café.
GRAFORRÉIA XILARMÔNICA é um expoente da música alternativa. Cada vez mais cultuada, serve de referência e influência para muitas bandas do rock nacional. A banda segue firme e se prepara para lançar, em novembro, um disco ao vivo com os grandes sucessos do grupo mais algumas inéditas. O disco foi produzido pelo Kassin também produtor dos Los Hermanos e Caetano Veloso. Algumas bandas do rock nacional gravaram músicas da Graforréia a exemplo do Pato Fu, que regravou a musica “Nunca Diga” e a musica “Eu”, esta última, uma das músicas mais executadas em todas as rádios do país no ano de lançamento do disco Ruído Rosa. Wander Wildner também regravou a música “Empregada” no seu primeiro disco solo. O público pode esperar ansioso porque muitos sucessos de todos os tempos como “Amigo Punk”, “Você foi embora”, “Eu”, “Nunca Diga” entre tantos outros estarão presentes no set list do show. A banda é formada por Frank Jorge (Baixo e vocal), Carlo Pianta (guitarra e vocal) e Alexandre Ograndi (bateria) .
REPOLHO segue a divulgação do terceiro e recém lançado disco se apresentando (depois de ter tocado, recentemente, em Curitiba, Florianópolis e Guaramirim, no Curupira) mais uma vez em Chapecó. O show é (e vai ser) aquela alegria e empolgação de sempre contando com o repertório já conhecido do público. A grande novidade é que colonagem cibernética se fará presente através de inúmeros elementos visuais e espaciais.
A banda é formata atualmente por Demétrio Panarotto (guitarra) Roberto Panarotto(vocal) Ricardo Bellei (bateria) e Michel Marcon (baixo) .
Vale lembrar que Repolho e GX fizeram vários outros shows juntos, além destes em Chapecó: o primeiro deles em Curitiba, em 1993, e outros quatro em Porto Alegre, dois deles no Opinião - isso tudo durante a década de 90. Mas as parcerias não param por aí, o primeiro e o segundo disco do Repolho foram produzidos pelo Birck - além do 2Violão e 1Balde: no primeiro, lançado em 1997, contou com a participação especial do Frank e do Pianta e no segundo, lançado em 2001, o Pianta volta a participar enquanto o Frank fica responsável pelos baixos do disco. Em um outro projeto, o compacto “Sorria meu Bem”, as quatro faixas do disco conseguem reunir, além dos integrantes da Banda Repolho, os quatro graforréios da formação original, Leandro Blessmann (Benga Music) Diego Medina (Doiseumimdoisema, Vídeo Hits, Os Massa...) e os Irmãos Dreher – uma ode coletiva e bem humorada.
Festa no Casarão ANO VII em Roraima
10:00 Made In Marte - RO
10:30 Tatudikixuti – Ji-Paraná - RO
11:00 Rádio Ao Vivo - RO
11:30 Coronel Church - RO
12:00 Scrooff - RO
12:30 Ultimato - RO
01:00 Los Porongas – AC
01:30 Camundogs - AC
02:00 Sedna - RO
02:30 Sapatos Bicolores - DF
e o DJ LEUDSONDJ MITSON
2 ambientes
Open Bar
Ingressos antecipados
30 reais na For YouChilli Beans Sandubas
sábado, outubro 07, 2006
Tudo bem :)
É, eu acho que agora vai... Não tive mais nenhuma recaída e já não to com falta de memória. Ainda bem que estes dias chegaram, estar assim é o que eu tava precisando. Quando a gente adoece e fica muito ruim você fica imaginando “que legal é ter saúde e poder comer direito e ficar sem essas seqüelas escrotas” e etc...Agora que to meio curado é mais bacana, porque de certa forma acabei tendo saudades de ter saúde. De sair por aí e não se proteger para a umidade da lua não pegar pesado e tal. Saudade de estar curado.
A cara de debilitado já se foi e meu fígado não ta mais doendo. Meu estômago ainda não aceita muito bem o refrigerante, mas beber suco ou apenas água em todos os lugares que vou realmente me dá muito apetite. A Marcela até disse que eu to mais forte.
Bacana isso porque agora eu sinto que estou respirando melhor e espero continuar melhorando até infinito + 1.
Há braços em todos os ameguenhus!!!
quarta-feira, outubro 04, 2006
Memoriando.

1º Circuito Decibélica
20:00 - Goldfish Memories (uma das bandas novas que mais se destacou nesse ano)
20:30 - Bang Bang Babies (Com Cd recém lançado pela Fósforo Records)
21:00 - Gramofocas(DF) (Punk rock com cerveja)
21:30 - Os Rockefellers (O Retorno)
22:00 - Rockassetes(SE) (Campeã de votos na votação para a Capa da Decibélica)
22:30 - Supergalo(DF) (Banda que tem ex integrantes do Rumbora e Raimundos)
23:00 - Faichecleres(PR) (Saindo da Turnê Banda Antes MTV e concorrendo ao VMB)
23:30 - Rollin Chamas ( Um dos melhores shows Locais)
*Discotecagem com as deliciosas MENINAS DO ROCK e ÁREA 51 na parte externa do Martim
*Bandas de Blues se apresentando na parte externa do Martim
Local: Centro Cultural Martim Cererê
Data: 11 de Outubro( Quarta Feira - Véspera de Feriado )
Horário: 20 horas
Ingresssos: 12 antecipado e 15 no local
Pontos de Vendas:
Ambiente Skate Shop
RedRum
Rock a porter
Hocus pocu

